terça-feira, 18 de maio de 2010

7a PARTE DO CURSO DE MARIOLOGIA: A MATERNIDADE DIVINA - ANTES DO PARTO



A MATERNIDADE DIVINA


Toda Mariologia procede de um princípio fundamental, que vem a ser a principal prerrogativa de Maria Ssma: Ela é a Mãe de Deus feito homem. Já o Papa Paulo IV em 7/8/1555: “A bem-aventurada Virgem Maria foi verdadeira Mãe de Deus, e guardou sempre íntegra a virgindade, antes do parto, no parto e depois do parto”.



Maria Virgem antes do Parto


NA ESCRITURA


Deu-se assim a concepção de Jesus Cristo: Maria, sua Mãe, estava desposada com José. Antes, porém, de habitarem juntos, achou-se grávida pelo poder do Espírito Santo”. (Mt 1,18-20). Tenhamos em vista os textos Lc 1,26 e Is 7,14.


TRADIÇÃO E MAGISTÉRIO DA IGREJA


S. Inácio de Antioquia (+110): “O Filho de Deus...verdadeiramente nasceu de uma Virgem” (Aos Esmirnenses 1,1).


S. Justino (+165): “A Virgem há de conceber, não do varão...A força de Deus, sobrevindo a Ela, recobriu-a e fez que , embora virgem, se tornasse grávida” (Apologia 1,33).


S. Ireneu (+202): refere-se ao sinal prometido em Is 7,14.


O magistério da Igreja, através do Credo professa: “Jesus Cristo foi concebido do Espírito Santo, nasceu de Maria Virgem”. Depois, em 649 o Concílio Regional de Latrão: “Maria, a Santa Mãe de Deus e Imaculada Virgem...


Em 1555, o Papa Paulo IV: “Maria persistiu sempre na integridade da virgindade antes do parto, no parto e perpetuamente depois do parto”. Maria é aeiparthénos, sempre virgem (antes do parto, no parto e após o parto). E, até os reformadores do séc. XVI guardaram esta profissão de fé.


OS REFORMADORES PROTESTANTES


A Profissão de Fé de Augsburg (Confessio Augustana) redigida por Felipe Melanchton, aprovada por Lutero e confirmada pelos príncipes protestantes em 1530: “Um só Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, nascido da Virgem Maria”.


O “Antigos da Doutrina Cristã” elaborados por Lutero em 1537: “O Filho de Deus faz-se homem, de modo a ser concebido do Espírito Santo sem o concurso de varão e a nascer de Maria pura, santa e sempre Virgem”.


João Calvino, em 1542 no “Catecismo da Igreja de Genebra”: “O Filho de Deus foi formado no seio da Virgem Maria...Isto aconteceu por ação milagrosa do Espírito Santo sem consórcio de varão”.


Ulrico Zwingli (+1531): “... Maria, como virgem pura, nos gerou o Filho de Deus e que no parto e após o parto permaneceu para sempre virgem pura e íntegra


Até mesmo o Corão de Maomé, professa a virgindade de Maria.


Estes testemunhos, dão suficientemente a ver como a crença na virgindade de Maria ocupa lugar eminente no conjunto das verdades que a fé cristã sempre professou.


Salve Maria!


fonte: Instituto Superior de Ciências Religiosas

Nenhum comentário:

Postar um comentário